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4 de junho de 2015

NÃO ERA VERDADE. OU MELHOR, ERA, MAS NÃO ERA. FICOU CLARO?

Caí no “conto do fim do Blogger”. Não, não se trata de nenhum “golpe” com finalidade criminosa ou, sequer, escusa. No link postado ao final deste texto, você tem acesso a um vídeo com Marcos Lemos, autor do anúncio sobre o fim do Blogger Brasil.

Após a repercussão que o aviso alcançou, Lemos, agora, explica em detalhes o que, de fato, vai acontecer. Uma coisa é certa: o Blogger Brasil está no fim. Porém, uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa, como dizem e Marcos Lemos deixa claro. Veja lá, então qual é a coisa que vale.

Para aplacar sua curiosiade, antes de clicar no link, fique ciente de que o nosso blog não vai acabar. Pois é… não vai acabar, mas não o atualizarei mais com a periodicidade de antes. E por quê? A resposta é simples: falta de interesse do leitor.

Em quase cinco anos de existência, sempre que pude escrevi algo sobre rádio, embora não necessariamente. Com alguns anos de convivência no meio radiofônico, eu tinha histórias para contar. Quando não, dava uns pitacos em determinados assuntos relativos ao meio. Não na condição de expert, coisa que nunca fui, mas opinando em caráter estritamente pessoal e, até, como apaixonado pelo assunto. Nada além disso.

Ocorre que estando fora do ar há muitos anos, hoje são poucos os ex-ouvintes que ainda se lembram de meu nome. Então, o blog se tornou, apenas, um meio de contato virtual entre mim e algumas poucas pessoas. Embora eu tenha por todas elas muito carinho e consideração, não posso me iludir e imaginar que o blog é fundamental ou importante no contexto da radiodifusão atual.

Vivemos outros tempos. O rádio mudou. O ouvinte mudou. Conceitos de ontem não se usam mais. Dispenso-me de emitir uma opinião sobre a mudança, se para melhor ou para pior. Mudou para se adequar aos tempos atuais. E ponto final.

Quando li o aviso sobre o fim do Blogger e, equivocadamente, entendi que o “FG-News, onde os fatos se encontram” estava com os dias contados (assim como os demais blogs hospedados no Blogger), publiquei pelo Facebook um aviso aos amigos. Já havia um bom tempo que eu não publicava nenhum post, exatamente porque a percepção de retorno que o blog alcançava não era das melhores e, por isso mesmo, não via mais sentido em continuar com ele. Entretanto, como a Internet é um arquivo fantástico onde se encontram bilhões (já estaríamos na casa dos trilhões ou ainda mais?) de informações, imaginei que, com o fim do blog, os posts publicados desapareceriam da rede.

Considerei que isso seria descortês em relação aos personagens das muitas histórias que escrevi sobre pessoas que conheci e fatos que testemunhei ou, pelo menos, dos quais ouvi falar. Daí, a intenção de recuperar as histórias publicadas até hoje e mantê-las hospedadas em outro endereço, como arquivo. Caso alguém pesquisasse na rede, algumas histórias ainda poderiam ser encontradas. Com a elucidação da verdade, fica valendo o seguinte: manterei o atual endereço e não se fala mais nisso.

Se, doravante, eu considerar que um determinado assunto vale a pena se comentado ou debatido com os amigos, publicarei alguma coisa a respeito. Todavia, antevejo que tais momentos serão cada vez mais raros. Faço questão de reiterar que continuo à disposição dos amigos. Sempre que solicitado, não me furtarei o prazer de responder a todos sobre meu tema preferido, qual seja, o rádio. Como se diz ao término das mais apaixonadas histórias de amor, “foi bom enquanto durou”. Um grande abraço a todos.

Agora, eis o link em que Marcos Lemos explica tudo: CLIQUE SOBRE A FOTO

fim do blogger_a_verdade

23 de janeiro de 2015

A REDE GLOBO ESTÁ EM ROTA DE EXTINÇÃO? AQUELA QUE NÃO SE MEXER VAI MORRER

Esta semana não consegui postar tanto quanto gostaria. “Estive “correndo atrás do prejuízo}”, como dizem. Na semana que vem, quero ver se corro atrás do lucro, pois me parece mais coerente. Para não fechar a semana em brancas nuvens, faço uma indicação.

AA_azenha_amorim Antes de mais nada, um esclarecimento. O texto foi escrito por Luiz Carlos Azenha e está exposto no site “Conversa Afiada”, da Paulo Henrique Amorim. O que me leva ao aviso? Ambos são conhecidos ‘inimigos’ da Rede Globo. Como zagueiros que se prezam, não perdem a viagem e dividem qualquer bola que pingue na área da emissora líder.

Isto posto, a reportagem “COMO O NETFLIX, COMPETINDO COM A AMAZON, VAI MATAR A GLOBO” precisa ser vista com cautela, pois, se nem tudo são flores nessa questão, ainda estamos longe do pesadelo que o texto sugere. Entretanto, a avaliação de Azenha está embasada em fatos reais que, mais dia menos dia, vão atormentar a vida global.

PLIMPLIM A concentração produtiva que beira ao monopólio, apontada pelo repórter, tem sido até agora (com uma grande ‘mãozinha’ do governo) o empuxo do motor que fez a Globo disparar na frente da concorrência. Isto vai mudar, não há dúvida, em boa hora. Aliás, já passou da hora. Ainda mais que a Internet está mordendo os calcanhares de quem ainda não despertou para a realidade. Se ficar, o bicho come; se correr, o bicho pega.

As duas gigantes (Amazon e Netflix) são, de fato, uma ameaça não apenas aos domínios globais, mas a todo grupo que dormir no ponto. Os Marinho não estão mortos e devem reagir à altura. Só não se sabe, ainda, qual será o caminho a seguir.

Sendo um profissional do meio, eu gostaria, claro, que o mercado de produção fosse aquecido e contasse com a participação maciça de Record, SBT, Band e todas as demais que almejam conquistar um púbico maior, na luta pela audiência. Não apenas porque haveria crescimento na demanda de mão de obra, mas, principalmente, porque é da diversidade de peixes que se pode pescar os melhores. Por esta analogia popular, hoje, você joga a isca na água sabendo, por antecipação, que nem sempre virá um peixe no anzol. Às vezes, não raras, você fisga uma botina velha. Ou seja, as emissoras de TV põem no ar toda espécie de lixo e ao ‘pescador’, quase não resta alternativa.

imagesA continuar como está, o panorama da televisão brasileira pode se transformar em um cenário ainda mais feio. A TV por assinatura cresce de forma exponencial, mostrando que o telespectador está em busca de uma programação melhor e variada.

Este brado de alerta precisa ser entendido pelas TVs abertas. Ou elas melhoram o nível de programação ou, mais rapidamente do que se imagina, algumas TVs abertas poderão fechar.

Veja o que diz Luiz Carlos Azenha, aqui.

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20 de janeiro de 2015

COMPETIÇÃO ENTRE CANAIS DE TV TIRA O FOCO DA NOTÍCIA E CANSA O TELESPECTADOR

jornais_matutinos Amigos da rede. Meus posts deixam claro que não sou colunista de rádio e televisão, mas um observador com alguma experiência no segmento. Portanto, não concorro com os profissionais que costumo acompanhar, pela Internet. São experts no assunto, têm boas relações com as emissoras e trazem informações com as quais vou pincelando o quadro atual do setor.

Fala-se muito em inovação, em interatividade e, mais do que tudo, adequação dos meios (jornais, revistas, rádio, Internet, redes sociais, televisão), a chamada multiplataforma, de modo a levar o melhor para o destinatário final, ou seja, o público. Nesse ponto, o discurso tem sido muito melhor que o resultado, pouco expressivo.

Quando um fato novo cai na rede, a notícia é imediatamente, ou quase, replicada nas demais mídias. Para trocar em miúdos, se a Internet não der, ninguém dá uma nova informação.

Foi disso que falou Paulo Henrique Amorim, dia desses, em sua coluna “Conversa Afiada”, ao citar uma declaração de Cecília Malan, sobre o atentado ao jornal Charlie Hedbo, em Paris, capital francesa.

Tem havido uma acomodação perniciosa nos meios de comunicação: é mais fácil esperar pela notícia na rede, líder indiscutível em termos de diversidade e velocidade da informação. Com base nesse traço virtual, as emissoras de rádio e televisão, e mesmo jornais e revistas, diminuíram consideravelmente suas equipes. Fica mais barato navegar na Web à caça de novidades.

Além disso, estagiários, aos quais é confiada a missão de caçadores internáuticos, custam muito menos para os cofres das empresas.

Uma situação que deveria ser melhor analisada pelas autoridades, pois, claramente, estudantes que cumprem estágio, hoje, causam, de forma involuntária, triplo prejuízo no exercício da função: para o próprio estagiário—sobrecarregado e mal remunerado—, para o profissional do setor e para o público, o maior prejudicado.

Vejo televisão pela manhã. Às vezes, começo mais cedo, mas, geralmente estou ligado por volta de seis e meia, sete horas.

É muito aborrecido ver a mesma notícia nos diferentes canais, editada e apresentada quase identicamente.

Muda uma frase ou outra, na cabeça de apresentação. O resto varia menos ainda.

imgresAssim, a responsabilidade de manter o telespectador sintonizado no canal acaba recaindo sobre apresentadores e apresentadoras, encarregados de fazer a diferença entre os diversos telejornais concorrentes no horário.

Neste ponto, atualmente, temos um outro problema. Baseando-se Fala-Brasil-01uns nos outros, o “papinho de esperar trem”, cansativo e chato, está se tornando lugar comum na telinha.

Está na hora de botar ordem na casa. Já basta a mesmice do noticiário a comprometer todos os telejornais. O telespectador merece mais do que notícias iguais.

imgresPara piorar, agora, a apresentação também tem se tornado semelhante, às vezes inteiramente dissociada do que é mostrado na tela.

 cafe_logo_brasilFora esses detalhes, tem mais: apresentadores estão sendo levados à condição de astros e estrelas, chamando mais atenção para eles do que propriamente informando o que acontece ou aconteceu.

O show é a notícia. O foco é a informação. Parece que, na luta pela audiência, o essencial anda sendo esquecido. Assim, “não há tatu que aguente”.

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